sobre a sua falta;

passaro-selvagem:

Deitada em silêncio, sinto o inverno chegar
teu cheiro me destrói, as lembranças doem.

A luz azul que vive em sua alma, poesia.
Não quero flores, vou assistir ao vazio, meu vazio.

Essa noite não chamei você, rasguei o querer,
desamarrei o nó, voa, vá cantar por aí, doce.  

Você é composto de desejo e falta, rima em mim.

cr.

(Fonte: p-o-e-s-i-a, via passaro-selvagem)


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